
• João Miguel, romance (1932)
• Caminho de pedras, romance (1937)
• As Três Marias, romance (1939)
• A donzela e a moura torta, crônicas (1948)
• O galo de ouro, romance (folhetins na revista O Cruzeiro, 1950)
• Lampião - peça de teatro (1953)
• A beata Maria do Egito- peça de teatro (1958)
• Lampião; A Beata Maria do Egito (livro-2005)
• Cem crônicas escolhidas (1958)
• O brasileiro perplexo, crônicas (1964)
• O caçador de tatu, crônicas (1967)
• Um Alpendre, uma rede, um açude - 100 crônicas escolhidas
• O homem e o tempo - 74 crônicas escolhidas
• O menino mágico, infanto-juvenil (1969)
• Dora, Doralina, romance (1975)
• As menininhas e outras crônicas (1976)
• O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
• Cafute e Pena-de-Prata, infanto-juvenil (1986)
• Memorial de Maria Moura, romance (1992)
• Teatro, teatro (1995)
• Nosso Ceará, relato, (1997) (em parceria com a irmã Maria Luiza de Queiroz Salek)
• Tantos Anos, autobiografia (1998) (com a irmã Maria Luiza de Queiroz Salek)
• Não me deixes: suas histórias e sua cozinha, memórias gastronômicas (2000) (com Maria Luiza de Queiroz Salek)
Estreou em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queiroz, publicando trabalho no jornal O Ceará, de que se tornou afinal redatora efetiva. Em fins de 1930, publicou o romance
O quinze, que teve inesperada e funda repercussão no Rio de em São Paulo. Com vinte anos apenas, projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca.O livro, editado às expensas da autora, apareceu em modesta edição de mil exemplares, impresso no Estabelecimento Gráfico Urânia, de Fortaleza. Recebeu crítica de Augusto Frederico Schmidt, Graça Aranha,Agripino Grieco e Gastão Gruls. A consagração veio com o Prêmio da Fundação Graça Aranha.
Cronista emérita, publicou mais de duas mil crônicas, cuja seleta propiciou a edição dos seguintes livros: A donzela e a moura torta; 100 Crônicas escolhidas; O brasileiro perplexo e O caçador de tatu. No Rio, onde reside desde 1939, colaborou no Diário de Notícias, em O Cruzeiro e em O Jornal. Tem duas peças de teatro, Lampião, escrita em 1953, e A Beata Maria do Egito, de 1958, laureada com o prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro, além de O padrezinho santo, peça que escreveu para a televisão, ainda inédita em livro. No campo da literatura infantil, escreveu o livro O menino mágico, a pedido de Lúcia Benedetti. O livro surgiu, entretanto, das histórias que inventava para os netos. Dentre as suas atividades, destaca-se também a de tradutora, com cerca de quarenta volumes já vertidos para o português.Recebeu o Prêmio Nacional de Literatura de Brasília para conjunto de obra em 1980; o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará, em 1981; a Medalha Mascarenhas de Morais, em solenidade realizada no Clube Militar (1983); a Medalha Rio Branco, do Itamarati (1985); a Medalha do Mérito Militar no grau de Grande Comendador (1986); a Medalha da Inconfidência do Governo de Minas Gerais (1989); O Prêmio Luís de Camões (1993); o Prêmio Moinho Santista, na categoria de romance (1996); o Diploma de Honra ao Mérito do Rotary Clube do Rio de Janeiro (1996); o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2000). Em 2000, foi eleita para o elenco dos “20 Brasileiros empreendedores do Século XX”, em pesquisa realizada pela PPE (Personalidades Patrióticas Empreendedoras).
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